terça-feira, 8 de março de 2011

O Cobrador de ônibus


Naquela época eu pegava o mesmo ônibus todos os dias para ir à escola. Tinha apenas 19 anos, morava com os meus avôs e desde já era apaixonado por homens maduros.

Certo dia, percebi que a empresa de ônibus tinha trocado o cobrador daquele veículo. Antes era um jovem moreno de óculos e agora, tinha um senhor calvo e grisalho.

Naquele dia, passei pela borboleta ao pagar a passagem e recebi um sonoro bom dia! O senhor calvo tinha por volta dos 65 anos e era muito simpático com todos os passageiros daquele ônibus. Sorri e devolvi-lhe o bom dia!

Tinha o costume de me sentar no fundo do ônibus, próximo à porta de saída. Dali, verifiquei por baixo da banqueta do cobrador, que aquele velho grisalho ostentava um belo “pacote” entre as pernas. Não me contive e sempre que me dava vontade olhava para aquele maravilhoso homem.

Vários dias se passaram e todas as manhãs recebia aquele bom dia daquele homem maduro que já povoava os meus pensamentos. Até que em uma certa manhã, percebi que ele também me olhava de uma forma diferente. Quando desci do ônibus naquele dia, olhei discretamente para ele e ele também olhou para mim de uma forma que não mais me deixava dúvida. Ele queria se comunicar comigo!

Na manhã seguinte, quando lhe entreguei o dinheiro da passagem ele me deu o troco com algo a mais. Sentei-me no banco lá do fundo do ônibus e antes de colocar no bolso o troco verifiquei que tinha um pedaço de papel junto. Abri aquele papel, via que ele me olhava, e lá estava um número de telefone. Fiquei gelado e ao mesmo tempo excitado com tudo aquilo, afinal, nunca tinha sido assediado antes e ainda por cima, por belo homem maduro, objeto dos meus desejos.

Ao sair da escola, fui correndo para um telefone público que ficava próximo da minha casa e afastado do foco de pessoas. Ali, dava para conversar bem à vontade! Nervoso, com as mãos geladas, criei coragem e fiz a ligação. Três chamadas e logo se ouviu aquela voz: - Alô! Fiquei alguns segundos sem saber o que dizer e logo mais uma vez, ouvi a sua voz: - Alô, quem fala! Respondi com a voz trêmula mas, com coragem. - Sou eu, aquele do ônibus, o rapaz que você deu o seu telefone!! Imediatamente, ele respondeu: - Olá meu rapaz! Eu estava mesmo pensando em você! Achava que não ia me ligar. Respondi com firmeza: - Fiquei curioso por ter me dado o seu telefone. E ele me respondeu: - Queria muito lhe conhecer! Acho você um rapaz agradável, educado e como sou uma pessoa de poucos amigos pensei que pudéssemos ser amigos.

Conversamos aproximadamente uma hora. Ele me falou onde morava, que era viúvo e que seus dois filhos residiam em outra cidade. Vivia sozinho e não mais tinha encontrado outra pessoa para lhe fazer companhia.

Marcamos para nos encontrar numa quarta-feira à tarde na sua casa. E o dia chegou. Ele foi me pegar em frente a uma padaria que ficava próximo da sua residência e seguimos caminhando alguns metros até chegarmos lá.

Era uma casa simples, de porta e janela, dois quartos e um banheiro apenas. Tinha um pequeno jardim em frete antes da porta e quintal nos fundos.

Ao entramos, ele disse-me para ficar à vontade, pois iria tomar um banho. Aquele foi um dia de muito calor. Perguntou-me se queria também se refrescar. Mas, respondi que já tinha tomado um banho antes de sair de casa.

Ele entrou no banheiro, mas deixou a porta entre aberta. Me sentei no sofá da sala e ouvi quando abriu o chuveiro. Em poucos segundos me veio um impulso de ir até a porta do banheiro e puxar conversa somente para ver aquele homem nu, tomando banho. E fui. Abri a porta e lá estava ele, totalmente nu se ensaboando. Falei alguma coisa e ele continuava passando o sabonete naquele corpo e logo, pegou no seu pau para ensaboar. Foi quando vi aquela maravilhosa rola branca e cabeçuda. Tinha uma cabeça rosada e bem grande. Ele me olhou e mais uma vez me convidou para tomar banho. Disse-lhe que esperava.

Ele se apressou e saiu do banheiro com uma toalha em volta da cintura. Pegou uma garrafa de café e colocou numa xícara. Tomou um gole e me disse: - Desde o primeiro dia que te vi, tive vontade de ficar só com você. E caminhou em minha direção, sentou-se em uma cadeira e pediu para que eu sentasse no seu colo.

Naquela hora, eu já estava estourando de tesão. Não resisti e sentei na sua coxa grossa. Ele começo a me alisar, passou as mãos em meus mamilos por baixo da camisa puxando-me a cabeça em direção da sua. Beijou a minha boca alisando os meus cabelos esfregando o seu corpo contra o meu.

Ele pediu para se levantar e dirigiu-se ao primeiro quarto da casa e ao chegar à porta, me chamou com um gesto nas mãos. Me encaminhei até o quarto e lá, ele já estava sem a toalha na cintura. Quando se virou de frente para mim, vi aquela coisa enorme, branca, cheia de veias e com uma cabeça vermelha que logo me deu água na boca. Ele torou a minha roupa e percebeu que eu estava de pau duro com aquela cena. Me deitou na cama, virou-me a cabeça e colocou aquele pau imenso na minha boca.

Chupei aquilo como se chupa um sorvete delicioso. Sentia o quente da sua rola na minha boca e o latejar daquelas veias grossas ma minha língua.

Ele gemia e eu adorava sentir que ele gostava daquele vai-e-vem. A sua rola mal cabia na minha boca mas, eu fazia um esforço para não deixar de dar prazer aquele maravilhoso homem.

Ficamos por alguns minutos daquele jeito, e em seguida ele me colocou de lado, com a bunda exposta para ele. Ele alisou a minha bunda, beijou, lambeu até que o vi passar um creme em toda a sua rola e a colocou entre as minhas nádegas.

Parecia que aquilo não entraria no meu buraquinho mas, ele com muita paciência foi me penetrando aos poucos até que senti a cabeça daquela rola dentro de mim. Doía mas era prazeroso. Da cabeça ele foi empurrando mais e mais até que toda aquela rola entrou dentro de mim.

Ele começou com um movimento de vai-e-vem, gemendo e me alisando o corpo. Dizia que eu tinha um bunda gostosa e que queria ficar transando comigo daquele dia por diante. Falava palavras de carinho, me apertava, me beijava a nuca e eu nunca tinha sentido tanto tesão em minha vida.

De repente, senti algo quente dentro de mim e percebi que ele tinha gozado em minha bunda. Ele ameaçou berrar de tanto tesão mas se conteve. Abraço-me e beijou a minha boca. Sem que percebesse eu estava todo melado, tinha ejaculado também.

Fomos ao banheiro, ele tomou outro banho e eu o acompanhei dessa vez. Foi quando percebi a quantidade de esperma que aquele homem injetou em mim.

Quando voltei para casa, ainda escorria aquela gala grossa e branca da minha bunda. Apesar de dolorido, meu cu estava cheio de tesão.

Passamos quase dois anos juntos, até que ele teve ir embora morar com um dos seus filhos. Nunca esqueci daquele homem maravilhoso que me deu boa companhia, carinho e muito tesão.

9 comentários:

  1. CLEMILTONJCUPERTINO@GMAIL.COM
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  2. Quero um ativo sou de sp watzap 968607765

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